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  • Luciano Costa

Três sinais de que sua empresa precisa ser reestruturada (1ª parte)

Atualizado: 3 de Out de 2020


A reestruturação empresarial é um processo de análise e tomada de decisão que visa tornar uma empresa mais eficiente e produtiva. No caso de negócios que não tenham um sistema de feedback constante dentro de suas operações, é muito difícil saber quando há a necessidade de implementar um plano de reestruturação.


Destacamos aqui, três sinais de que sua empresa necessita de uma reestruturação.


(1) Fazer tarefas simples é uma dor de cabeça


Quando seus colaboradores reclamam constantemente que não conseguem fazer o trabalho para o qual foram contratados. Ora necessitam da aprovação de muitas pessoas, ora esbarram em burocracias sem sentido. Às vezes, fazem todo o trabalho, mas nunca recebem a aprovação final.


Uma estrutura organizacional que produza esse tipo de demanda gasta muita energia e recursos para executar poucas tarefas. É incrível como certas empresas têm em seus quadros pessoas que lidam exclusivamente com burocracias e tarefas que nada produzem. Isso custa caro. É um modelo encontrado comumente em empresas de médio ou grande porte de origem familiar.


(2) Excesso de trabalhos manuais repetitivos


Na era da tecnologia, os trabalhos manuais repetitivos são um grande sinal da necessidade de uma atualização. A utilização de muitos documentos em papel que precisam ser verificados é um sintoma de operações desatualizadas. Carimbos e assinaturas físicas são outros indícios.


Um sinal menos drástico do que os anteriores, mas igualmente preocupante, é quando o gestor ou colaborador precisa utilizar duas ou três plataformas informáticas para realizar uma tarefa ou tomar uma decisão. Muitas vezes, é preciso entrar em um sistema, dar alguns cliques, ir a um segundo sistema inserir novas informações, para, então, conseguir realizar um pedido ou confirmar uma decisão. O excesso de softwares decentraliza informações, abre espaço para erros humano e dificulta muito o bom funcionamento das operações.


Esses erros são facilmente vistos em empresas antigas, com mais de 30 anos no mercado. Acostumadas com modelos de gestão do passado, buscaram tecnologia, mas não seguiram atualizando os processos operacionais.


(3) Colaboradores ociosos ou sobrecarregados


Impressiona como muitas empresas têm colaboradores que pouco contribuem para entregar valor ao cliente. Seja pela perda de funções, pela falta de gestores capacitados ou por um organograma disfuncional, muitos funcionários não sabem com clareza quais as suas atribuições.


No outro extremo desse prisma, é possível que, na mesma empresa - e pelas mesmas razões citadas, haja colaboradores com excesso de funções. Eles tendem a ser muito agitados, ter alta carga de estresse e, geralmente, não são reconhecidos como deveriam.


Em ambos os casos, o custo de manter colaboradores nessas funções é muito alto. Perde-se dinheiro mantendo trabalhadores pouco produtivos; perde-se, também, deixando funcionários importantes sobrecarregados, mal remunerados e, consequentemente, infelizes.


Estruturas fortemente hierarquizadas mantêm os dois tipos de funcionários, pois não costumam ter canais apropriados de feedback. Elas criam setores altamente vinculados a certos gestores que, ou protegem seus pupilos, ou exploram seus colaboradores.


Esses são apenas alguns dos fatores que nós, da Exponencial, consideramos ao atuar nas rádios do Brasil. Nossa missão é trazer o rádio para o mais alto nível de excelência em uma era digital, sem perder o fator humano.


Se você, gestor ou diretor, percebe um desses sinais no dia a dia da sua rádio, certamente é preciso parar e analisar a saúde da empresa.

Para mais informações, entre em contato conosco pelo WhatsApp clicando aqui.

Luciano Costa

Exponencial.

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